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 O Patrimônio Próprio de uma 
 Comunidade é o seu Carisma 

 

O nosso carisma está fundamentado na vivência e propagação da Total Consagração à Jesus por Maria Santíssima, para que venha logo o Triunfo do Imaculado Coração de Maria. Esta consagração se caracteriza pela entrega de tudo que somos e possuímos à Santíssima Virgem, para que através dela possamos pertencer a Deus de uma maneira mais perfeita, crescendo em graça. 

A missão que Jesus deu a Nossa Senhora foi a de formar verdadeiros adoradores de Deus. Pela Total Consagração, nós acolhemos Maria em nossa “casa” (coração) e Ela nos acolhe na escola de seu Imaculado Coração, onde aprendemos o verdadeiro amor a Deus e ao próximo, bem como as demais virtudes que farão de nós verdadeiros cristãos. É uma perfeita renovação das promessas do Santo Batismo. Fazendo esta consagração damos o nosso sim a Jesus que nos deu Maria por Mãe, Mestra e Formadora.

Enfim, desejosos de que Jesus Cristo reine no mundo, nos empenhamos, pela vivência e propagação da Total Consagração, para que venha logo o “Reinado de Maria” ou o “Triunfo do seu Imaculado Coração”, pois este será o meio pelo qual se dará então o “Reinado de Jesus”. 

“Quando virá esse tempo feliz em que Maria será estabelecida Senhora e Soberana nos corações, para submetê-los plenamente ao império de seu grande e único Jesus”?

Quando chegará o dia em que as almas respirarão Maria, como os corpos respiram o ar?

Meu caro irmão, quando chegará esse tempo feliz, esse século de Maria, em que inúmeras almas escolhidas, perdendo-se no abismo de seu interior, se tornarão cópias vivas de Maria, para amar e glorificar a Cristo?

 Missão Evangelizadora 

O Senhor concedeu-nos uma missão evangelizadora bastante abrangente, posto que se trate de viver e propagar a devoção e consagração a Nossa Senhora (patrimônio da espiritualidade da Igreja Católica).

O caráter missionário da comunidade está a serviço da Igreja e concretiza-se no anúncio da pessoa, vida e doutrina de Jesus Cristo Nosso Senhor.

A oração do Santo Terço deve ser uma pratica Diária e Persistente, à fim de afastar de vez toda obra e tentativa de rompimento que o encardido planeja e luta com interesse em derrubar e destruir a Igreja, famílias e Corações. 

 Histórico da Ave Maria 

Ave Maria é a prece mariana por antonomásia. Para se chegar à formulação da Ave Maria atual, foi necessário percorrer um caminho de muitos séculos.

Essa oração é composta de duas partes. A primeira consta de uma dupla saudação extraída do Evangelho:

1 – A saudação do Arcanjo Gabriel, enviado por Deus a fim de anunciar a divina maternidade de Maria: “Ave, cheia de graça, o Senhor é contigo” (Lc 1, 28);

2 – A saudação de Santa Isabel, prima de Nossa Senhora, que, inspirada pelo Espírito Santo, proclamou: “Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto de teu ventre” (Lc 1, 42). A essas duas saudações foram acrescidas duas palavras para que elas fossem mais distintamente enunciadas (Maria, Ave-Maria...) e Jesus (de teu ventre, Jesus).

 A segunda parte da oração contém uma súplica. 

Os teólogos apresentam diversas razões de conveniência para que a Anunciação a Maria Santíssima tenha sido feita por um anjo. Dentre elas, duas podem ser aduzidas:

1 – Como a virgindade é conatural aos anjos, foi conveniente que um deles recebesse a missão de fazer esse anúncio a Maria, a qual, vivendo em carne, levava uma vida verdadeiramente angélica (cfr. Santo Tomás de Aquino, Suma teológica, III, q. 30, a, 2, c.);

2 – O anjo — e não o homem, maculado pelo pecado original — era o legado mais apto e conveniente para ser enviado à puríssima Virgem, isenta, como os anjos, de toda a culpa.

Quando começaram os primeiros cristãos a saudar a Santíssima Virgem com as palavras do anjo ou de Santa Isabel? Provavelmente, quando tiveram em mãos o Evangelho de São Lucas.

O primeiro documento escrito em que aparece o uso da saudação do anjo é a Homilia de um certo Theodoto Ancyrani, falecido antes do ano 446. Nela é explicitamente afirmado que, impelidos pelas palavras do anjo, dizemos: “Ave, cheia de graça, o Senhor é contigo”.

Quanto à saudação de Santa Isabel, aparece ela unida à do anjo por volta do século V. As duas saudações conjugadas já se encontram nas liturgias orientais de São Tiago (em uso na Igreja de Jerusalém), de São Marcos (na Igreja Copta) e de São João Crisóstomo (na Igreja de Constantinopla).

Na Igreja latina, entretanto, as referidas saudações aparecem pela primeira vez unidas aproximadamente no século VI, em obras de São Gregório Magno.

O nome Maria foi acrescentado às palavras do anjo, no Oriente, por volta do século V, segundo parece, na liturgia de São Basílio; no Ocidente, porém, parece que isto ocorreu aproximadamente no século VI, figurando numa das obras de São Gregório Magno, o Sacramentário Gregoriano.

O nome Jesus foi acrescido às palavras de Santa Isabel provavelmente um século depois, no Oriente, figurando pela primeira vez em certo Manual dos Coptas, talvez no século VII; no Ocidente, todavia, o primeiro documento que registra o nome do Redentor é a Homilia III sobre Maria, mãe virginal, de Santo Amedeo, Bispo de Lausanne (Suíça) (aproximadamente em 1150), discípulo de São Bernardo. Nos mencionados documentos, ao nome Jesus encontra-se adicionada a palavra Christus.

A segunda parte da prece (Santa Maria, etc.), a súplica, já era empregada na Ladainha dos Santos. Em determinado código do século XIII, da Biblioteca Nacional Florentina, que já pertencera aosServos de Maria do Convento da Beata Maria Virgem Saudada pelo Anjo, em Florença, lê-se esta oração: “Ave dulcíssima e imaculada Virgem Maria, cheia de Graça, o Senhor é contigo, bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto de teu ventre, Jesus. Santa Maria, Mãe de Deus, mãe da graça e da misericórdia, rogai por nós agora e na hora da morte. Amém. Nesta fórmula, faltam somente dois vocábulos: [nós] pecadores enossa [morte].

A fórmula precisa da Ave Maria, como é rezada hoje, encontra-se pela primeira vez no século XV, no poema acróstico do Venerável Gasparini Borro, O.S.M. (+ 1498).

A segunda parte da Ave Maria foi sempre rezada em caráter privado pelos fiéis até o ano de 1568, quando o Papa São Pio V promulgou o novo Breviário Romano, no qual figura a fórmula do referido Venerável Gasparini Borro, sendo estabelecida solenemente sua recitação no início do Ofício Divino, após a recitação do Pai Nosso e prescrita para todos os sacerdotes। Depois de um século a mencionada fórmula, sancionada pelo Sumo Pontífice, difundiu-se, de fato, em toda a Igreja universal.

**COMO REZAR E MEDITAR O TERÇO DAS 7 DORES DE MARIA

O Terço das Sete Dores da Virgem Maria.